MINISTÉRIO DE INTERCESSÃO


"A Intercessão é uma oração de pedido que nos conforma perfeitamente com a oração de Jesus. Interceder é pedir, suplicar em favor de outro. Desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus”. (Catecismo nº 2634,2635)

A palavra INTERCESSÃO, em si, quer dizer: a ação de “por-se entre”. O intercessor é aquele que se engaja numa batalha espiritual em favor das necessidades de alguém, de algum grupo, família, país, paróquia, etc.

Pelo Batismo Sacramental nos tornamos filhos adotivos de Deus e participamos do mesmo munus Sacerdotal, Profético e Real de Nosso Senhor Jesus Cristo, conquistados por meio de sua Paixão, Morte e Ressurreição (cf. 1 Pd 2,1-9). Portanto, antes de tornar-se um ministério, ser intercessor é viver a graça santificante recebida no batismo pelo qual somos inseridos no corpo místico de Cristo (a Igreja).

Jesus possui um sacerdócio eterno! “É por isso que lhe é possível levar a termo a salvação daqueles que por ele vão a Deus, porque vive sempre para interceder em seu favor” (Hb 7,25).

Jesus intercedeu por nós com a vida para que nós vencêssemos a morte! (Heb 9,11-14)

Para cumprirmos o mandato de Jesus, ele derrama sobre nós seu Espírito Santo, condição indispensável para a missão que nos capacita e nos une a Ele. (cf. Jo 14,16-17.25-26;15, 26-27;17,7ss; Rom 8,26).

Devemos levar todos os participantes dos grupos de oração, a assumirem sua graça batismal, intercedendo em todo o momento, nas suas orações pessoais, e principalmente participando da missa, a mais perfeita intercessão.

Na Renovação Carismática Católica pela vivência da Efusão do Espírito Santo, o Senhor suscita ainda o carisma da intercessão, ou seja, participantes discernidos no grupo de oração (pelo núcleo), que se identificam mais intensamente com as dificuldades, doenças e problemas das pessoas do grupo e da humanidade. Ao exercerem o ministério de intercessão, pelo exercício dos carismas, e na escuta do Senhor, eles louvam, intercedem e clamam em equipe por essas tristes realidades e “brechas”, conseqüências do pecado.

 

Fonte: www.rccbrasil.org.br

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